9.11.15

O secretário de Estado da Juventude,  Leovigildo Hornay disse hoje que o português é um desafio mas também uma grande oportunidade para os jovens lusófonos, que ficam com acesso mais facilitado a um mercado laboral alargado e a maior mobilidade.


"A língua portuguesa representa uma grande oportunidade porque é a sexta língua mais falava do mundo, com mais de 250 milhões de luso-falantes espalhados pelos cinco continentes", disse Leovigildo Hornay.

 

"O seu domínio constitui uma grande vantagem para os jovens da comunidade, que veem facilitado o acesso a um mercado laboral alargado e uma maior mobilidade, o que oferece novas oportunidade na internacionalização dos jovens no mundo globalizado do século XXI", disse.

 

Leovigildo Hornay, secretário de Estado da Juventude e Desporto de Timor-Leste, falava na abertura do Fórum da Juventude da Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP), onde participam delegações de sete Estados lusófonos (estão ausentes Moçambique e Guiné Equatorial).

O responsável timorense recordou que fora do Brasil e Portugal, a percentagem de jovens que domina a língua portuguesa como língua materna é reduzida, com vários níveis de penetração na comunidade.

 

Uma situação, disse, "que constitui um grande desafio para aqueles países que têm menor implementação da língua portuguesa entre os seus jovens" e que "precisam de destinar uma quantidade significativa de recursos para garantir o seu desenvolvimento".

 

É este o caso de Timor-Leste, recordou, onde a língua portuguesa foi banida durante 24 anos.

 

O secretário de Estado apelou ainda aos jovens para que assumam um papel mais ativo como "conselheiros dos líderes políticos" para apoiar a "definição e implementação das políticas públicas enfocadas à juventude".

 

Nesse sentido, recordou que uma das suas primeiras medidas quando tomou posse foi reunir os representantes das associações jovens para "reformular a política nacional da juventude, que necessitava de ser adaptada às novas realidades do país".

 

"O envolvimento dos jovens como projeto não depende só da vontade política, sendo também necessário que eles se comprometam e assumam os projetos e participem ativamente na sua implementação", afirmou.

 

O Fórum da Juventude - em que participam delegados de sete dos nove países da CPLP - decorre até quinta-feira com uma extensa agenda que inclui um seminário, ainda hoje, sobre o papel dos jovens como "novo paradigma para a transformação global".

 

CPLP e globalização, educação e desafios da globalização, jovens e empreendedorismo, identidade cultural versus globalização e o papel da mulher são os temas em debate no seminário previsto para esse primeiro dia do encontro, que não ocorria desde 2009.

 

@Lusa

link do postPor sapotl às 06:30, às 06:30  comentar

 
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